sábado, 16 de agosto de 2008

Colabora aí, vai.

Pessoinhas, olha que legal: No fim do blog agora tem um contador de acessos! Êêêê! Pra que? Pra contar acessos, pindarolas! Portanto, acessem e convoquem seus conhecidos e desconhecidos para acessar. Prometo, aproveitando essa época de eleições, ser tão assíduo quanto possível na atualização.
Ah, tá legal, vocês sabem que vai continuar na mesma...

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

No vestiário "kids"

No meu clube tem um tal de vestiário para "kids", ou seja, um lugar onde crianças de até 7 anos podem tomar banho e se vestir com ajuda dos pais depois da aula de natação - caso da minha pimpolha, que já está bastante envergonhada para se vestir na frente de meninos porém ainda não fica totalmente à vontade no gigantesco vestiário feminino. Provavelmente porque ele é frequentado por senhouras igualmente gigantescas.
Pois bem, lá estou eu aguardando minha fofa sair do chuveiro. Não sei porque esse dia eu resolvi olhar em volta (geralmente entro tão disposto a sair que nem vejo se tem alguém lá dentro). Notei primeiro que sou o único homem ali. Sei que tem um japonês que leva a filha pra nadar também, mas ele consegue ser mais rápido do que eu gostaria de ser nessa hora e já tinha se picado. Palmas pra ele, isso é o certo. O que me leva à segunda constatação: o resto eram só mães com filhos. E desocupadas, pelo jeito. Por que esses moleques demoram mais que a princesa do Japão no banho. As mamães fazem questão deles ficarem bem quentuchinhos, né, fofo? Já lavou o piu-piu? Tem sabãozinho no cabelo? Ai, João Maurício, limpa o pezinho... Mães ultra-zelosas querendo o melhor pra prole? Não! O que acontece ali é uma competição de quem é a mais super-ultra-mega-master-übber protetora mãe: Cada uma saca sessenta potinhos e apetrechos e enfileiram na frente das mochilinhas, como o gato trazendo rato pro tapete da sala. Olham de canto de olho pra ver se as outras notaram. Chacoalham as pulseiras douradas ostensivamente - entenda-se "meu marido ganha muuuito, não trabalho meeeesmo, tenho tempo de sobra" e passam a um intricado ritual: Esfregam a cabeça dos coitadinhos com três tipos de xampu e dois condicionadores. Passam um sabonete no rostinho e outro no corpinho. Têm várias toalhas peludinhas diferentes pra secar o rebento. Cotonetinho na zorebinha. Creminhos, gente! Um moisturizer pra deixar a pele macia e delicada - além do cheirinho de flores - um outro pra pelinha dura do calcanhar e cotovelo, e mais uns que eu nem quis saber pra que era. Aí, perfuminho e talquinho. Um horror. Sei que saí com a Sofia 15 minutos após entrar, o cabelo ainda meio molhado, quando pude ouvir a orgulhosa vencedora - que já estava lá meia hora antes de mim e resistiu a todas as outras lambe-cria - dizer enquanto passava secador no cabelo cortado à máquina 4 do filhotinho: "Ai, mas como você dá trabalho! Quando você casar, mamãe vai ter que ir junto, né?"
Vai, mas só se o marido dele deixar, minha senhora...

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Eu, o jovenzinho

Ontem fui numa "fêstînha" (acho que os acentos dão aquele sotaque que a palavra pede) onde tocou disco, Frenéticas, Sideney Magal... sim, podia muito bem ser um evento gay, não fosse a faixa etária da moçada: lá pra casa dos sessenta e tanto. E a maioria gringo, se encharcando de caipirinha. Era francês tropeçando em argentino, as belgas de cara bordô de tanto manguaçar se arrastando pelo chão, chileno imitando Cher... O PS da geriatria hoje vai ter que usar muuuuita glicose.
Mas é bom ver que ainda tem alguém que a gente pode chamar de tiozão...

quinta-feira, 3 de julho de 2008

SBTosco


Na linha "Juro que é verdade": chamada (muuuito antiga) do Sistema Bozo de Televisão: "Sabadão Sertanejo, especial samba. Nesta quinta!"
Se bem que conhecendo o SBT não é de estranhar.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Olha o fascismo aí geeeeeeeente!

Tô aqui pra concordar com meu brother Edu Di Lascio sobre essa nova lei de "tolerância zero" de álcool no trânsito. Burra, mal fundamentada, erra no princípio - ao invés de combater quem abusa, pune todo mundo - e é reflexo de uma tendência Bush-fascistóide: Os cidadãos são incapazes de controlar a própria vida, cabe aos letrados dirigentes decidir o que se tem ou não direito. Comandar a manada de imbecis. Coisa que republicano classe média de Iowa aprovaria. O playboyzinho bebe na balada e sai zoando? Que que eu tenho com isso? Eu sou capaz e responsável por meus atos. Vão atrás do imbecilzinho ou do pai do imbecilzinho - e não pra tomar dinheiro. Aliás, que belo novo foco pra tirar mais uma graninha por fora, heim?
Sobre o que mais os senhores gostariam de legislar? Se os nordestinos na capital terão que usar uma estrela amarela? Ou se os paulistas de 400 anos são a raça pura?
Heil, Fuher!

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Vendo futebol na TV

Cada vez mais tenho evitado a Globo quando assisto meu joguinho na televisão. Primeiro, porque se eu não topo com o Galvão Bueno, que parece ser um caso precoce de Alzheimer com suas repetições constantes ("eu falei, eu falei, eu falei que ele ia atacar pelo meio" ou "vai, fulaninho, vai, fulaninho, vai, fulaninho"), corro o sério risco de trombar com o Cléber Machado (ou Galvão Jr.). Esse cara, que era até um bom locutor, resolveu que o mundo quer saber da opinião dele sobre todo e qualquer assunto, especialmente o nobre esporte bretão. Sobre o qual ele arrota comentários embasados no seu achômetro ou nas conclusões que ele, sabidamente expert na matéria, deveria guardar pra intimidade do seu lar. Se alguém o aguentar.
Depois, a TV dos Marinho tem desenvolvido hábitos irritantes, como torcer pro time com mais torcida deslavadamente e agora a história de botar as musiquinhas ridículas das torcidas em legendas. como se torcedor de futebol fosse algum Mozart ou Cartola. São uns negócios ridículos, toscos, mal feitos... é de dar vergonha. Pára com isso, cara. depois eu continuo.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Acidente doméstico e CSI

Estava lá eu fazendo um macarrãozinho prá janta, como diz o povo, quando deu-se o fato: uma trombada no corredor envolvendo uma criança de 7 e outra de 4 e lá vem o Gui com uma cachoeira de sangue escorrendo pelo nariz. Resultado: macarrão empapado e a casa parecendo cenário do massacre da serra elétrica. Sim, porque não basta esborrachar a fuça no chão e formar uma poça de sangue (tadinho...), foi mão vermelha na perede, pijama esopado, pingos espalhados por piso, escada, pias...
No final, nem era nada tão grande assim - um cortinho de menos de meio milímetro, sem exagero, na aba da napa. Descontada a facilidade que o moleque tem pra sangrar o nariz, ainda assim é impressionante. Fiquei meia hora caçando respingos e mesmo assim ainda achei umas gotinhas de sangue pelos cantos na manhã seguinte.
O que me fez lembrar daqueles episódios do CSI ou outros seriados detetivescos em quem alguém é trucidado com uma serra elétrica ou tem a jugular perfurada com um picador de gelo ou é estripado na sala que nem um porco. Ai o assassino limpa tudo em meia hora e ninguém acha um pingo de sangue.
Em uma palavra: Quá, quá, quá!

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Embichando o futiba

Gente, de uns tempos pra cá TODA e qualquer rodada de qualquer campeonato termina com uma meia dúzia de jogadores, técnicos e afins sendo julgados, pelos motivos mais bestas, por uma "entidade" que, supostamente, vigia pela boa conduta no futebol. E nem precisa alguém apresentar queixa: um fulaninho lá pede a fita do jogo e decide se o jogador cicrano fez dodói de propósito no beltrano ou se o fulaninho quis ofender o amiguinho com um gesto pouco educado.
Que merda é essa?
Alguém pediu um fascista de plantão? Que droga de código é esse, que até respirar pesado é passível "de um a três jogos de suspensão?" É assim que começam todas as ditaduras: com um indivíduo sendo responsável pela conduta dos outros. Um órgão verificando o que pode e o que não pode. Não existem leis e regras? Jogadores e dirigentes não as conhecem? Então, quem se sentir lesado, que reclame.
Deixo claro que gosto de futebol bem jogado, o que às vezes inclui até lances mais duros, mas não aprovo violência, obviamente. Maldade, falta de esportividade, covardia, isso tem que ser combatido, não é nenhuma novidade. Mas o cara ir a julgamento porque comemorou um gol de um jeito que a torcida adversária achou ruim, ou porque falou palavrão em campo, dá licença: é coisa de viado.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Sport 2 a 0

Tsc, Tsc, Tsc... sempre a mesma história....
Abraços e beijos pros meus amigos corintianos. E lembrem-se: se vocês estão tristes, pelo menos EU estou contente!

Meu querido blog...

Sei que não escrevo há mais de um mês. Mas isso é em você, querido blog, porque faz tempo que não escrevo tanto: Rádio, teatro, esquetes e até a boa (boa? Boa, vai!) publicidade deu as caras por aqui. Portanto, querido blog, não encha meu saco, tá?
 
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