Sim, começou o horário político.
O PC do B já saiu na frente com o mano do "poderr para o povo" tatuado no antebraço.
Promete.
O PC do B já saiu na frente com o mano do "poderr para o povo" tatuado no antebraço.
Promete.

Tô muito feliz com o meu show de stand up comedy, o Chutando o Balde - toda sexta às 23:59h no Teatrix. Não esperava uma repercussão tão positiva do meu texto, tanto do público quanto do pessoal que já está há mais tempo nessa estrada. Fico até meio sem graça e até com um pezinho tamanho 43 atrás, mas talvez eu leve jeito para a coisa, sei lá, deixo isso pra vocês decidirem. O fato é que estou em muito boa companhia, os chutantes estão se soltando cada vez mais e a coisa tá decolando. Posso estar over-animado, mas estamos com pouco mais de um mês de show e já tivemos casa lotada várias vezes. E não só de amigos - que são muito bem vindos, diga-se de passagem - mas de pessoas que espontaneamente foram nos prestigiar.
Alguém quer fazer contato para eventos, shows, etc?
É o Às Vezes Eu Penso arrebentando a boca do balão, geeeente! Meu contador registrou 51 - repito - 51 hits em uma semana!!! Duca, hein? E eu nem comecei a postar vídeo de sacanagem...
Mas pode espalhar que eu posto, vamos aumentar essa contagem!
Pessoinhas, olha que legal: No fim do blog agora tem um contador de acessos! Êêêê! Pra que? Pra contar acessos, pindarolas! Portanto, acessem e convoquem seus conhecidos e desconhecidos para acessar. Prometo, aproveitando essa época de eleições, ser tão assíduo quanto possível na atualização.
Ah, tá legal, vocês sabem que vai continuar na mesma...
No meu clube tem um tal de vestiário para "kids", ou seja, um lugar onde crianças de até 7 anos podem tomar banho e se vestir com ajuda dos pais depois da aula de natação - caso da minha pimpolha, que já está bastante envergonhada para se vestir na frente de meninos porém ainda não fica totalmente à vontade no gigantesco vestiário feminino. Provavelmente porque ele é frequentado por senhouras igualmente gigantescas.
Pois bem, lá estou eu aguardando minha fofa sair do chuveiro. Não sei porque esse dia eu resolvi olhar em volta (geralmente entro tão disposto a sair que nem vejo se tem alguém lá dentro). Notei primeiro que sou o único homem ali. Sei que tem um japonês que leva a filha pra nadar também, mas ele consegue ser mais rápido do que eu gostaria de ser nessa hora e já tinha se picado. Palmas pra ele, isso é o certo. O que me leva à segunda constatação: o resto eram só mães com filhos. E desocupadas, pelo jeito. Por que esses moleques demoram mais que a princesa do Japão no banho. As mamães fazem questão deles ficarem bem quentuchinhos, né, fofo? Já lavou o piu-piu? Tem sabãozinho no cabelo? Ai, João Maurício, limpa o pezinho... Mães ultra-zelosas querendo o melhor pra prole? Não! O que acontece ali é uma competição de quem é a mais super-ultra-mega-master-übber protetora mãe: Cada uma saca sessenta potinhos e apetrechos e enfileiram na frente das mochilinhas, como o gato trazendo rato pro tapete da sala. Olham de canto de olho pra ver se as outras notaram. Chacoalham as pulseiras douradas ostensivamente - entenda-se "meu marido ganha muuuito, não trabalho meeeesmo, tenho tempo de sobra" e passam a um intricado ritual: Esfregam a cabeça dos coitadinhos com três tipos de xampu e dois condicionadores. Passam um sabonete no rostinho e outro no corpinho. Têm várias toalhas peludinhas diferentes pra secar o rebento. Cotonetinho na zorebinha. Creminhos, gente! Um moisturizer pra deixar a pele macia e delicada - além do cheirinho de flores - um outro pra pelinha dura do calcanhar e cotovelo, e mais uns que eu nem quis saber pra que era. Aí, perfuminho e talquinho. Um horror. Sei que saí com a Sofia 15 minutos após entrar, o cabelo ainda meio molhado, quando pude ouvir a orgulhosa vencedora - que já estava lá meia hora antes de mim e resistiu a todas as outras lambe-cria - dizer enquanto passava secador no cabelo cortado à máquina 4 do filhotinho: "Ai, mas como você dá trabalho! Quando você casar, mamãe vai ter que ir junto, né?"
Vai, mas só se o marido dele deixar, minha senhora...
Ontem fui numa "fêstînha" (acho que os acentos dão aquele sotaque que a palavra pede) onde tocou disco, Frenéticas, Sideney Magal... sim, podia muito bem ser um evento gay, não fosse a faixa etária da moçada: lá pra casa dos sessenta e tanto. E a maioria gringo, se encharcando de caipirinha. Era francês tropeçando em argentino, as belgas de cara bordô de tanto manguaçar se arrastando pelo chão, chileno imitando Cher... O PS da geriatria hoje vai ter que usar muuuuita glicose.Mas é bom ver que ainda tem alguém que a gente pode chamar de tiozão...