"Gui, qual é a hora que você mais gosta na escola?"
Ele, na lata: "A hola de ir embola!"
Há, espera só esse moleque chegar no colegial!
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Isso porque ele está no maternal...
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Recriando citações
É fato: quem dirige em São Paulo tem uma grande enorme monstruosa chance de morrer louco ou matar alguém num acesso de loucura. Dia desses, observando a vida selvagem do tráfego paulistano, entre puto e indefeso, surgiu-me à mente (belo cunho vernáculo...), possivelmente como uma alternativa a enfiar o carro em alguém ou alguma coisa, que aquelas citações populares engraçadinhas podiam ser adaptadas ao trânsito. Por exemplo: que tal, ao invés de "mais folgado que colarinho de palhaço" a gente usar "mais folgado que motoboy na Paulista"? Ou: "Mais folgado que caminhão de caçamba"? Hein? Pode pegar, hã? Adapte a sua citação você também! E mande pra mim, vou fazer um scrapbook!
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Revivendo os 80 - IX
Uia, acho que vou chegar a dez...
Bom, estes caras não podiam faltar na minha memória oitentiva (boa, essa?) . The hurting foi um daqueles álbuns que eu comprei meio no feeling, meio nos conselhos alheios (notadamente do Edu, que eu não sei como se mantinha e se mantém até hoje atualizado sobre o mundo musical, e do George) e acabou sendo um pusta disco. Aliás, como eu comprava discos! Lembro de sair da lojinha do bairro com um pacotão de 5, 6, até dez bolachas de uma vez! E aí passava a tarde ouvindo e analisando a vinilzada. Geralmente, pegava coisas bem decentes. Comprei algumas merdas também, verdade, porque nesse ritmo frenético de compras era impossível não esbarrar nuns picaretas. Mas na maioria das vezes eu não me arrependia. Um exemplo é esse Tears for Fears - Everybody wants to rule the world.
Revivendo os 80 - VII
Já estou começando a ficar um pouco sem material para essa série - a menos que eu abra um tópico "alternative eighties" - mas ainda tenho alguns pessoais pra comentar. Ó, essa música era daquelas de encher a pista. Não tinha um que não gritasse o "hey, hey, hey HEY!" do começo. Dá até pra sentir o calor daquelas geralmente micro pistas de dança quando toca. Simple Minds, "Don't you (forget about me)"
Pausa - Vinte e tantos anos depois...
Olha só: quando eu falei do Killing Joke (uns dois posts pra baixo), disse que não sabia se eles ainda estavam na ativa. Imediatamente o Edu me respondeu com este vídeo aqui.
Em uma palavra: CACETA!
Tão na ativa sim - e muito! Rapaz, dá pra acreditar que aquele rapazola cheio de ideais virou o zelador do inferno? Claro que dá! E o que era bom só melhorou com o passar dos anos - Jaz Coleman e trupe sentam o pau nessa música, singelamente intitulada "Hosanas from the basements of hell". E continuam cheios de atitude. Pô, esses caras mereciam mais reconhecimento...
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Revivendo os 80 - VI
Mais eighties que isso, só blazer verde-limão com máxi-ombreiras: DEVO! E esse clip é de uma das músicas deles que eu mais ouvi em discotecas, rádios, tape decks (é, tape de fita mesmo. CD era só um sonho nessa época - pelo menos por aqui) e afins, do famoso disco das batatas. Eu tinha esse vinil, mas meu vizinho roubou na cara dura, o viadinho, e disse que neeeem tinha visto.. Ele sabe quem é, deixa estar. O video é da mesma produtora do B-52's, a Nasco Entertainment. Apresentando o moderníssimo recurso do chroma key, usado à exaustão, e a novidade do momento, teclado-de-pendurar-no-pescoço. Mas marcou época, inegavelmente. Quer dizer, mais a música do que o vídeo, claro.
Revivendo os 80 - V
Olá, pessoas.
Continuando nossa série, aí vai uma papa fina: Killing Joke. É, meus amigos, nem só de New Wave viveram os oitentas. Esses caras eram (ou ainda são, não estou a par se eles estão na ativa) bem mais "darrrrquis". Mais cabeça. Mais cool. Música de primeira, legal até hoje. E o vídeo é bem melhor, ô se é. Peca um pouco pela arrogância intelectual, mas vou dar um crédito pra rapaziada: eles deviam ter acabado de sair da facú, tavam com esse negócio de comunismo à flor da pele, sabe como é... coisas da juventude...
Continuando nossa série, aí vai uma papa fina: Killing Joke. É, meus amigos, nem só de New Wave viveram os oitentas. Esses caras eram (ou ainda são, não estou a par se eles estão na ativa) bem mais "darrrrquis". Mais cabeça. Mais cool. Música de primeira, legal até hoje. E o vídeo é bem melhor, ô se é. Peca um pouco pela arrogância intelectual, mas vou dar um crédito pra rapaziada: eles deviam ter acabado de sair da facú, tavam com esse negócio de comunismo à flor da pele, sabe como é... coisas da juventude...
quarta-feira, 19 de março de 2008
Revivendo os 80 - IV
Ou: "Eu frequentei o Radar Tantan". Sim, era uma danceteria, assim como a Rose Bom Bom, o Radio Club e o Ácido Plástico. Essa última ficava do lado do Carandiru. Hoje nem o presídio existe mais. Não, eu não era muito o tipo dançarino, mas sabe como é, o artista tem que ir aonde o povo está. E a mulherada ia nesses lugares.... é a dança do acasalamento. E nesses lugares rolava muuuuuuito B-52´s. Eu gostava. Ainda gosto. É alto astral, despretensioso, agitadinho. É New Wave, meus caros. É só reparar nas roupas - nem vou falar do cabelo, que isso era palhaçada deles, mesmo - e na estética do vídeo. Bom, pra falar a verdade, acho que esse video aí deve ter custado 200 dólares no total, já incluindo o jabá pra MTV. O recurso mais avançado que tem é rodar a câmera. Deve ter sido feito no mesmo porão em que eles estavam imprimino o "legal tender" (prestem atenção na letra, bolas!). Produção Nasco. Nas coxas total.
Ah, e se conseguirem ver, tem um décimo de segundo em que aparece um "celular" na mão do Fred Schneider (um dia vou postar o "monster", outra música dele). Parece uma caixa de sapato. Devia ser top de linha. A bateria durava 4 minutos. Dava pra ligar pra mais 6 aparelhos que deviam existir. Se eles estivessem num raio de 250 metros. E só custava 18 dólares o minuto. Pura tecnologia.
Revivendo os 80 - III
Sim, sim, sim, como não? Como não falar da música dos gloriosos (?) 80 sem nos referirmos ao Echo & The Bunnymen? Era uma das minhas 273 bandas de cabeceira. Tenho até um picture disc deles, justamente do álbum onde está esta música. Pra vocês que ainda não tem idade para tirar carteira de motorista, picture disc é uma edição especial que vinha com uma foto estampada no vinil. Aí você botava na vitrola, ouvia a música e ficava enjoado tentando ver a foto rodar... É bem legal, pesa pra dedéu, parece aqueles discos de 78 RPM. Voltando ao clip, reparem no cabelo do Ian McCulloch, vocalista da banda. Minha diretora no ginásio usava um cabelo parecido. Mas o batom era mais discreto. Vale lembrar, estamos aí em 85. Isso era discretinho para band leaders... Mais dois detalhes: O cavalo/unicórnio de cueca, que se estivesse com um chicotinho na mão poderia estar num filme do Passolini, e no final, quando aparece a banda toda parada, note que só um cara tem cabelo normal (ele só fez um pega-rapaz na testa, pra constar). Acho que ele trabalhava em banco ou numa multinacional e só tocava no fim de semana...
quarta-feira, 12 de março de 2008
Revivendo os 80 - II
Bem melhor que o anterior (veja o post abaixo), este clip me fez perceber o que eram os anos 80. Pra mim o The Cure é um ícone da época, e foi esse vídeo que me apresentou à trupe do senhor Robert Smith. Música melhor, fotografia melhor - parece que até teve um diretor aqui... - e o mesmo espírito. Nem tudo era tosquera, crianças.
Ah, e eu recomendo "Head on the door", álbum do The Cure onde está esta música. Vale a pena.
Ah, e eu recomendo "Head on the door", álbum do The Cure onde está esta música. Vale a pena.
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